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Sufusão
























Insistes à vida, não entendes que o
Esquecimento que me darias seria dádiva...
Recorre sempre à fuga quando tu encontras lápides,
Não deixas nada ao meu corpo, nem mesmo
As coisas, que dizem os loucos, que são
Inalienáveis, me roubas... Levas o respiro
Descompassado e o respingo do suor frio.

Tiras minhas lágrimas, o sufoco dos dias
Esquecidos, mas me deixas as pobres almas
Que gritam em meus ouvidos, que me lembram
Que já é tarde, porém parece que o sol
Nunca dantes houvera vindo.

Cantas suave e com pouco vigor, não
Obstante perene. Não deixas estancar
O sangue, amarras-me com teu pranto,
Com o seu canto que gosto, fazes-me escravo,
Doente da minha própria dor.

E assim vão indo os momentos, todos
São escravos, eu temo, quem não seria,
Tu insistes à vida, mas o que me deixas
É a morte, o dom secreto de toda flor.


Josué Brito 

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SONHAR


SONHAR

Talvez , quando eu voltar a dormir,
algum Sonho há de surgir.

Sonhar com um Ninja Chinesa,
que tenha um jeito de muita Beleza,
com seus golpes marciais,
que ao mesmo tempo são tão sensuais.

Sonhar que estou ido pra Lua,
numa canoa em forma de Charrua,
e quando na Lua chegar,
ver de lá a Beleza da Manchúria.

Sonhar com o não acontecido,
pra mesmo assim não ficar aborrecido.

Mas como Sonho não se controla,
vai que surja a Sombra do Passado,
e então , não se fazer de rogado,
e acabar ter o choro salgado.

Mas enfim, quando voltar a dormir,
queria mesmo e Sonhar,
com Aquela Linda Odalisca
de Olhas Esverdeados,
com grandes lindos brincos,
que a transforma naquela
única Bela Cigana,
pra deixar minha Alma mais Humana.

Se voltara dormir,
quero tanto ter essa sensação de Onírico ,
pra poder ficar um pouco mais tranquilo.


( 27/02/2016 ) 



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Volta amor dos primeiros beijos...

Um resto de  ti no sonho ainda me ilude
esta saudade é tudo o que me resta
ah! Volta amor  dos primeiros beijos...

Deixa que o crepuscúlo invada todos os cantos do meu corpo
 ue o teu se aperte contra o meu buscando o amor
e nos amamos no silêncio como um segredo nosso...

Manuel Marques (Arroz)

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Criança diz e tenta realizar cada coisa


Imagem: Google
Há um bom tempo, existia uma coluna na revista "Pais & Filhos", se a memória não me falha, de título "Criança diz cada uma"e quem assinava a matéria era o jornalista, dramaturgo e médico pediatra Pedro Bloch.

Eram tiradas inteligentíssimas, protagonizadas pelas crianças que passavam por seu consultório. E só me lembrei do Bloch quando resolvi criar uma postagem para eternizar um diálogo que achei interessantíssimo


― Mãe eu preciso de um smoking branco e uma grana para o restaurante.
 Para que Kaua?
 É hora de pegar pesado com o Erick Amorim, vou marcar um encontro com Isabella Annie.
  Mas Smoking , Kaua?
  Sim mãe, eu sou nobre.

Kauã, Isabella e Erick

O personagem principal, é primo do namorado da minha filha e eu não tenho dúvidas, que mesmo sem nunca ter ouvido falar do filósofo Sócrates, já faz uso de uma citação do próprio: "O amor nos faz adotar atitudes nobres para sermos merecedores do amado".

De acordo com o site http://michaelis.uol.com.br/, seguem abaixo algumas da palavra que encerra o diálogo.

Nobre
1 de descendência ilustre. 2 Que tem títulos nobiliárquicos. 3 Que é próprio da nobreza. 4 Alto, elevado, magnífico. 5 Digno de estima; brioso. 6 Bravo, valente. 7 Majestoso. 8 Distinto, ilustre, notável. 9Que revela elevação moral, generosidade, grandeza de alma.


Quando uma criança de apenas sete anos de idade afirma ser nobre, não temos como definirmos o que ela quis dizer, a não ser se perguntássemos. Mas em minha opinião , o Kauã é valente, notável e já demonstra uma grande generosidade.

Dizem que atrás de um grande homem existe uma grande mulher. Ando a me questionar e estou quase admitindo que atrás de um grande homem exista mesmo é uma grande mãe. 
                                                Claudiane Ferreira


" Adultos são o que as crianças se tornam depois que começam a produzir hormônios e a largar sonhos pelo caminho. E é assim que nos tornamos maduros, responsáveis e burrocráticos ."
                                                   Pedro Bloch

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Amor vassalo





















Tão calmos e tão serenos os dias ao seu lado.
Dias que estrelados se condessam sobre o
Céu que é seus olhos. Nada como pausar
A vida e ver todas as marés controladas
Pelas suas palavras mais sutis.

E ver a graça do enevoar que é seu sorriso
E do envenenar que é suas graças... Pelo
Seu beijo vale o mais crítico suplicio, pelos
Seus abraços, os mais infames pecados.

Cantar em seus ouvidos, tão límpidos e
Sacros, os poemas que são hereges, próximos
A você, mas como não se render aos seus
Encantos tantos, se encantar já faz parte
De seu augusto ser.

E vão se passando os dilúculos e plenilúnios
E sua lua se torna crescente. Cresce, então,
O ímpeto varonil de bradar em sua janela
E dizer do meu pobre amor servil... mas tu

Não existe, é anjo simplesmente. 

Josué Brito 

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01 - FORASTEIRO e PEREGRINO


Pintura por EP. Gheramer


Por trás de montes e vales, em terras distantes, há uma cidade pela qual passa um trem apenas uma vez a cada quarenta anos. E, ao passar, só para na estação se houver algum passageiro para embarcar ou para desembarcar, e nunca houve. Da última vez em que o trem parou, quarenta anos atrás, se algum passageiro desceu ou subiu ninguém sabia; só quem sabia era o próprio que, porventura, embarcara ou desembarcara.
 Assim também aconteceria daqui a cinco dias, quando se completariam os quarenta anos desde a sua última passagem daquele trem por aquele lugar. Quem embarcaria? Alguém desembarcaria?
Ali, embora todos se conhecessem, cada um não sabia os nomes dos demais habitantes. Cada um cuidava da sua própria vida; quanto ao mais, não era da conta de ninguém.
Os cinco dias se passaram e logo pela manhã, a locomotiva despontou na curva, lá longe na linha férrea, onde a vista mal alcançava e parou na velha estação, com suas paredes envelhecidas pelo tempo, depois de dar dois apitos que puderam ser ouvidos por todos, onde quer que esteja cada um de seus habitantes, pois a cidade era pequena. Porém, sua parada fora rápida e em seguida, com mais dois apitos, continuou seu trajeto. Parou somente o tempo necessário para um passageiro desembarcar.
Parado na estação deserta, Benjamim acompanhou com os olhos a partida do trem até perdê-lo de vista. Em seguida, tomando sua mala, até então apoiada no chão ao seu lado, pôs-se a andar pela estação em direção ao que lhe pareceu ser a rua principal da cidade. Ao chegar encontrou-se numa rua comprida, com o asfalto desgastado e com apenas uma casa à sua margem, do lado direito. Não ficou surpreendido, pois, era justamente o tipo de lugar que esperava encontrar. Depois de andar por algumas horas foi encontrando, aqui e ali, pequenas construções separadas umas das outras por grandes distâncias, mas, não viu viva alma enquanto caminhava.
O lugar parecia-se com aquelas Cidades de Refúgio sobre as quais havia lido e que existiam nos países antigos que eram, essencialmente, medidas judiciais auxiliares, para ajudar o escape dos homicidas involuntários. Visto que o código de vingança era forte, os parentes de uma pessoa morta por outrem matavam sem misericórdia o culpado pelo homicídio, sem temer qualquer ação da parte da lei.  A lei da retribuição, em Israel, requeria punição igual ao crime.
Ocorreu-lhe que não era muito diferente daquilo que acontecia nos dias de hoje nos grandes centros urbanos, com seus apelos ao preconceito racial, sexual, religioso, ao fervor nacionalista raivoso que perseguiam aqueles que tinham uma conduta diferente da moral estabelecida. As pessoas tinham a necessidade de se agarrarem a certezas, porque tinham a necessidade de pertencer a alguma coisa, a algum grupo. É a necessidade de dividirem sua incapacidade de serem elas mesmas sozinhas. Era a questão do quem eu sou, se sou bom ou mau, bem sucedido ou não. E sempre fora assim, a presunção de saber o que é o Bem e o que é o Mal levou o homem a ter uma existência marcada pela culpa e pela vergonha, ao mesmo tempo em que roubou a paz de ser uma pessoa e impingiu uma moral coletiva que impede de prosseguir para uma consciência de ser enquanto indivíduo. Mas, diferentemente dos tempos antigos, não encontram refúgio como encontravam nas igrejas, santuários e nos lugares considerados santos, de todas as variedades religiosas. É uma ilusão a segurança encontrada hoje em tais lugares, porque só a encontra na moral coletiva e fora dela não há salvação. Ou você faz parte ou fica só, torna-se um forasteiro e peregrino. E isto pode ser insuportável...


Continua...

EP. Gheramer

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Sol poente


Le Baiser - Picasso





















Quando chegares, se é que virás,
Amor... Chega antes da primavera...
Esvaia um pouco da tua graça com
O ébrio perfume das rosas.

E encante não tão somente os olhos,
Encante cada praça, encante cada ser
Que te ouvir, encante cada descrente
Que te reza.

Seja a flor mais linda da estação.
Vem no inverno, quiçá, para que
Faças mais, para que degeles o último
Frio do impávido peito.

Demora bastante, vem e estabelece morada,
Fica enquanto houver motivos, e quando
Não mais existirem, criaremos mais
Para que tu possas amar eternamente.

Josué Brito 


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Papel em branco...


De repente a memória das tuas palavras
palavras em pedaços
serás  para sempre a memória dos meus passos..

Lembro-me das palavras murmuradas
da felicidade
dos imensos nadas
aonde nunca vai  chegar esta saudade...


Minhas mãos sabem de cor o teu corpo
em sonhos antigos de amor em ti adormeço
o meu amor é o teu silêncio...

E no papel em branco, toda a esperança...

Manuel Marques( Arroz)

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A FONTE


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Poema em preto e branco - II


Gilberto de Almeida
16/02/2016

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A cada um cabe. ..

Art : Jéssica Peixoto


Ao abrirmos os olhos pela manhã recebemos do "Universo", de Deus ... outra vez nossa tela. 

Tenho consciência que nem a minha tela, nem a sua, está em branco, pois nessa altura, tanto eu quanto você leitor, já esboçamos ou, quem sabe, já desenhamos ou, até mesmo, já pintamos nossas dores, amores... Já nos encrustamos em decepções... Já não percebemos a beleza de uma rosa, pois nossos olhos focam logo no espinho e na sensação da dor. 

Extraordinário é perceber que se não tivermos receios de mudar paradigmas, se tivermos abertos a experienciar, se permitirmos que nossa criança interior nos reensine a sonhar, se arregaçarmos  os véus, que foram colocados com nossa permissão, haveremos de expandir.

Se observarmos a natureza veremos com um novo olhar a reciclagem que podemos e devemos realizar. Que tal  uma demão de tinta branca em uma parte ou na tela toda? Que tal desenharmos com a mão oposta? Que tal descobrirmos a magia de novas, perspectivas e cores?
                                                                    Claudiane Ferreira


"A sua vida é fruto do seu próprio fazer. Você não tem ninguém a quem responsabilizar, exceto a você mesmo"
                                                                    Joseph Campbell


Bora curtir a página e o blog  da designer de interiores e artesã Jéssica Peixoto?
https://www.facebook.com/MafuahChic/
http://www.mafuahchic.blogspot.com/


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Poema em preto e branco - I


Gilberto de Almeida
15/02/2016

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Lentamente

Haiku por Isa Lisboa



Feliz dia de S. Valentim a todos os que amam! :)

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A princesa e o guerreiro

Poesia escrita para vídeo de um dos livros infanto-juvenis editados pela Associação de Escritores que faço parte.
JGCosta





Há muitos anos atrás
Existiu um povoado
Que não era grande
Lembrava um condado

Nesse local sem igual
O povo vivia em paz
Até que num triste dia
Encontraram um rapaz

Ele estava sem roupas
Todo desorientado
Nas palavras da sua boca
Dizia ter sido roubado

* Foi o povo do outro lado
* Uma gente nada gentil
* Me deixaram pelado
* Numa atitude infantil

Seu dizer gerou revolta
Quem poderia agir assim
Chamaram um bravo guerreiro
Que tinha fama de ruim

O guerreiro era gigante
Quando andava o chão tremia
Veio montando num corcel
Que com seu peso gemia

Ele atravessou a ponte
Que servia de fronteira
Ia lustrando a armadura
Sem tempo para brincadeira

Viajou a noite inteira
Nem parou para comer
Parou bem sob uma torre
Quando o sol vinha a nascer

* Alguém me escuta ai de cima?
* Venho de longe irmão
* Quero voltar ainda hoje
* Mandem o seu campeão

A ponte levadiça guinchou
Ao baixar sobre a ribanceira
O guerreiro nem se mexeu
O medo ele não conhecera

Lá de dentro outro forte alazão
Veio rápido correndo para o prado
Conduzia um oponente magrinho
Que parecia estar desarmado

Saltou agilmente para o chão
E fez um gesto da realeza
Tirou da cabeça o elmo
Do castelo estava ali a princesa

* O que lhe trás tão longe de casa
* Diga agora nobre cavalheiro
* Não quer entrar e descansar
* Junto ao meu povo hospitaleiro

O guerreiro pulou do corcel
Abriu um buraco na grama
Sem perder um segundo a toa
Dirigiu-se até a dama

* Vim vingar um ato impensado
* Que surgiu do seu castelo
* Onde está o seu general
* Vim chamá-lo para um duelo

* Deve haver um engano
* Meu nobre companheiro
* Ninguém que reside aqui
* É tomado por embusteiro

* Sou homem de ação
* Não vim para discutir
* Chame meu adversário
* Que para casa quero partir

A princesa voltou ao cavalo
Na sua armadura brilhante
E sem olhar para trás
Deixou o guerreiro gigante

Algum tempo depois
Sob o som da trombeta
Retornou a bela princesa
Num vestido violeta

O guerreiro tomou posição
Ergueu a espada para cima
A princesa seguiu calmamente
No rosto uma pantomima

* Vai ter que lutar comigo
* Já que insiste na acusação
* E eu usarei a minha arma
* Para lhe ensinar uma lição

O gigante riu orgulhoso
Muito maior ele era
Permaneceu feito estátua
Rugindo baixo tal uma fera

Ela parou a poucos metros
Mantendo-se silenciosa
Levantou um braço a frente
De onde se via uma rosa

A cena foi muito estranha
Quem visse admitiria
Uma espada contra uma flor
Que chance ela teria?

Sem o guerreiro perceber
A dama se pôs em ação
Girando a rosa no ar
Fez surgir um furacão

Num vendaval de pétalas
O gigante foi levantado
Em vão golpeou o ar
Pois já estava atordoado

Sua espada saiu voando
Num dos giros que ele deu
Foi cravar-se numa rocha
E lá por anos permaneceu

Quando ele parou de girar
No seu cavalo estava montado
E bem na divisa dos reinos
Por magia ele foi levado

E uma brisa em seu ouvido
Sussurrou numa doce voz
* Somos um povo de paz
* Não venha lutar contra nós

Humilhado e desarmado
O guerreiro voltou para o lar
E com um exército voltaria
Só pensava em se vingar

O povo veio correndo
Quando ele no condado pisou
Haviam cometido um erro
O ladrão a vítima encontrou

Isso acalmou o guerreiro
Que explicou o ocorrido
* Não houve luta de espadas
* Ninguém ficou ferido

* Somente uma princesa
* Armada com simples flor
* Que numa rápida peleja
* Me venceu através do amor

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POR UM ÁTIMO DE TEMPO


POR UM ÁTIMO DE TEMPO

Tristeza, Por Um Átimo de Tempo, vai embora,
por favor, me deixe sorrir ao ver a Aurora,
vá, e se demora, não venha por ora,
deixe por um Átimo de Tempo correr as horas.

Tristeza, deixe-me com pouco de calma pra apreciar o Crepúsculo,
mesmo que seja por um tempo minúsculo.

Tristeza, deixe – me por um Átimo de Tempo, vai embora,
não faça com que meus Pensamentos,
me machuquem , feito o cravar de uma espora.

Vai, vai Tristeza, vai embora, Por Um Átimo de Tempo,
deixe – me me enganar, por uma tranquilidade de Paz de Espírito,
achar que estou, nesta Vida, num certo ritmo.

Vai, vai embora, Tristeza Crônica,
Por Um Átimo De Tempo,
deixe me enganar que a Vida
esta bem conduzida,
feita uma linda obra arquitetônica.

Por Um Átimo De Tempo,
Tristeza, deixe – me sentir o Luar,
sem que os olhos tenham que marejar.

Tristeza, Por Um Átimo De Tempo,
vá embora, deixe – me sentir
a Alma , como se não houvesse
nenhum contratempo.

( 13/02/2016 )


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As minha mãos percorrem teu corpo...

Carrego na alma palavras de amor que nunca foram ditas
e porque ontem já não existe
choro por não poder mudar o tempo...

Ninguém saberá das lágrimas dos meus  olhos
o  amor  está guardado nas palavras
de nós é tudo o que sei...

Mas tu moras comigo
as minha mãos percorrem teu corpo...

Manuel Marques (Arroz)

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Resta a forma vazia do nosso amor...

Sou como um rio depois de tantas voltas
que  corre por entre a tua ausência,  e afogado na dor
nem me lembro que o tempo passou...

O tempo esgota-se e deixa em mim
o agri-doce do amor não saciado
resta a forma vazia do nosso amor...

Manuel Marques  (Arroz)

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Alvo


========================================================
Ama
o poeta, até o pó!
Mero porém:
- a rima mira!
========================================================

Gilberto de Almeida
06/02/2016

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Amor ao sorriso primeiro




















Palpita divinamente ao sorriso incendiário
Da tua boca, o coração que cai de amores
Pelos olhos teus.

Como não mirar as caravelas que tens enjauladas
Dentro das tuas pupilas
Feitas de meles
Das abelhas que pertenceram a um deus?

Tu tens único e serene o olhar mais lindo
Que o sol perdeu... Olhas como se o mundo
Te pertencesse, mas afinal, ele te pertence,
O mundo e o coração meu.

Dia sem ti é uma noite sombria,
Como viver placidamente depois de um
Dia ser irradiado pelo olhar teu...

Vou procurar eternamente pelo sorriso teu,
Pelos olhos que tens na boca e pela
Boca que tens no olhar.

Já podes se considerar dona de um poeta
Arredio... duvido que algum pobre trovador
Conseguiu fugir de teu feliz mirar,
o serei o primeiro... Oh! Como já
Caio de poemas pelo sorriso teu!


Josué Brito 

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BRANCO SE VESTE A ALMA

Na dor tudo parece escurecer
O negro do desespero cai sobre cada um de nós...
No limiar de nossas forças olhamos o Céu...
O silêncio preenche o vazio
A Luz Alva ocupa a dor...
Descobrimos então que afinal
Nossa fé é a veste branca de nossas almas,
O amor de Oxalá dentro de nós habita
E não lá no alto dos Céus...
Neles... sim... nos Céus
Estão todos os alvos Anjos
Que nos Amam infinitamente...
Arduamente procuram dar
A cada um de nós
A Bandeira da Paz, Luz,
Fraternidade, Ternura,
Cumplicidade...
Entrega incondicional,
A pura Felicidade...
Mas para isso precisamos abrir
Nosso corações,
Escancarar nossas almas...
Sentir a brisa do senhor,
Acreditar verdadeiramente
Que o seu Amor infinito
É o derradeiro propósito ...
De nossos destinos...
Assim, se veste em nossas Almas...
o Branco, Alvo de Oxalá!
                                                             Fevereiro 2016.




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DA JANELA


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Escudo



Já não me iludo.
O "Orgulho" é quem causa barulho.
Da espada, o escudo.

Gilberto de Almeida
04/02/2016



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Miragem - IV

Gilberto de Almeida
31/01/2016


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LÁGRIMA CRISTALINA

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