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E no teu corpo sem margens o amor é infinito...

Sonhei-te no vazio da tua ausência
nos silêncios da minha fantasia
doce e suave  era a tua pele que amava no teu corpo...

Amei-te em muitas palavras
outras fizeram-me amar-te muito mais
e no teu corpo sem margens o amor é infinito...

Manuel Marques (Arroz)

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A caixa




Uma poesia/música sobre as sorrateiras formas de escravidão vivenciadas na atualidade.

"A CAIXA"

Escraviza-te.
Escraviza-te por uma pequena caixa,
uma caixa fria e rasa.
Escraviza-te e esquece-te daquilo que é real
e importante, do físico, do que é profundo.
Escraviza-te veemente e conscientemente por aquilo que te faz bem transitoriamente.
Escraviza-te e te tornas frio como a caixa.
A caixa que contém muitos mundos, vozes e faces.
A caixa que mal sabe teu nome, que dirá teus sentimentos!
Ela só sabe daquilo que demonstras por fora, mas não entende teus pensamentos.
Sempre que desejares presenças reais, deixes a caixa de lado e com certeza, te surpreenderás.

Marcilane Santos, 07/05/16.




Imagem: http://soumaislive.com.br

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Secreta distância em que te toco...

Vivo em teu corpo nu
viajo por labirintos e durmo com a saudade
não sei se o mundo existe,se nós existimos...

Ainda sinto na minha boca a volúpia ardente dos teus beijos
os teus seios,cheios de lua cheia
o teu corpo vibrante de desejos...

Vivo dos silêncios onde guardo o teu amor
existência incerta que procuro
na secreta distância em que te toco...

Manuel Marques (Arroz)

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Acróstico para uma sociedade embrutecida (ou masculinizada, o que vem a ser a mesma coisa)


M ais
U ma
L embrança
H umilde...
E xiste
R emédio, mas ele é imponderável...

Gilberto de Almeida
08/03/2017

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Desperta-me com os beijos que nunca me deste...

Torna reais os beijos que nunca te dei
fogueira acesa  brasa incandescente
lábios que queimam as minhas entranhas..

Tu que existes entre a saudade e o amor adormecido
desperta-me com os beijos que nunca me deste
e deixa esculpir os meus na tua boca...

Manuel Marques (Arroz)

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Vem! sai de dentro de mim e abraça-me...

Encho os meus olhos com as lágrimas dos teus olhos
e os teus olhos nublados de novo brilham
vieste e eu dei-te abrigo no meu corpo
como é triste não te poder guardar dentro de mim...

Atravessa a névoa da noite e vem
descobre em mim todo este amor que se esconde
vem! sai de dentro de mim e abraça-me...

Manuel Marques (Arroz)

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Choro-te e tu nunca verás as minhas lágrimas...

Sinto as minhas mãos no teu vazio
fecho os olhos para ouvir no escuro da noite
o silencio do teu corpo...

Nunca soube dizer-te como te amo
toco-te de tão longe e não sei se é amor
em mim tudo está gasto menos o silêncio
choro-te e tu nunca verás as minhas lágrimas...

Manuel Marques (Arroz)

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Se fosse mar abraçava todos os rios ...

Nas mãos sinto a saudade do teu corpo
na poesia que não escrevo todo o amor que não te dei
e tu voltas sempre por outro caminho onde não te encontro...

Se fosse mar abraçava todos os rios para te encontrar
inundava o mundo com vagas de águas calmas
até que os rios me devolvesse o teu amar...

Manuel Marques (Arroz)

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Moldando-se

Poema escrito para este concurso do Wattpad, inspirado numa imagem: Uma semana, uma imagem...




Se máscaras usa o ser
Deve ter um porquê
Ou tem medo de sofrer
Ou quer se esconder

Imaginem sua situação
Vive numa encenação
Hoje mocinho, amanhã vilão
Qual a sua real emoção?

Deles eu tenho dó
Pois não sei o que é pior
Se é quando se encontram só
A tristeza na garganta tal um nó

Espero que encontrem um caminho
Para escapar deste atuar mesquinho
Pois na vida é preciso carinho
E isso não se consegue sozinho

E vivendo a se enganar
Chegam sempre a magoar
Seja o seu próprio par
Seja alguém que está a lhe amar

O primeiro passo é destruir
Essa máscara que pode ferir
E com o rosto livre decidir
Qual melhor rota a seguir

Pode ser difícil sem essa proteção
Pode a dor macular a razão
Pode até sofrer o pobre coração

Mas estará livre de qualquer encenação

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O QUE É AMOR?

O QUE É AMOR?
(Por Maristela Ormond)






“O amor motiva a necessidade de proteção e pode se manifestar de diferentes formas: amor materno ou paterno, amor entre irmãos (fraterno), amor físico, amor platônico, amor à vida, amor pela natureza, amor pelos animais, amor altruísta, amor próprio, e etc.
Etimologicamente, o termo “amor” surgiu a partir do latim “amor”, palavra que tinha justamente o mesmo significado que atualmente: sentimento de afeição, paixão e grande desejo.
Definir o que é o amor não é uma tarefa fácil, pois para cada pessoa, o amor pode representar algo diferente”. 
É realmente difícil conceituar amor. Amor pode ser definido de várias formas, uma vez que ele apresenta-se também de forma variada. Como vimos acima são tipos diferenciados de amor, mas amar, amar mesmo de verdade, como podemos definir esse sentimento?
Se formos recorrer aos ensinamentos de nosso Mestre chegaremos à conclusão de que não só o conceito é muito complicado de ser explicado, mas também como materializar esse sentimento... Aliás, não estamos aqui falando de religiosidade, mas o único mandamento e a única religião que nos foi deixada por Ele foi baseada no amor. Quando Ele disse “Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei”, foi que o “caldo engrossou”. Como posso amar a qualquer um? Como posso amar alguém a quem não conheço ou alguém que não faz parte de meu rol de amizades carinhosas? Posso compadecer-me de alguém, posso auxiliar alguém quando haja necessidade de praticarmos a fraternidade em relação a outrem, mas será que realmente estou fazendo isso por amor?
Quando se trata de amor a coisa fica complicada. Quantas vezes você já se perguntou por que ama determinada pessoa e acaba se sentindo um imbecil a mais a face da Terra não é mesmo? Sim. Sei que isso já aconteceu com você e acontece com várias pessoas.
Acredito que o amor tem muito a ver com o olhar que lançamos para as pessoas e coisas. Esse olhar que é proveniente da função de nossos olhos, olhos esses que percorrem tudo a nossa volta, tanto objetos como pessoas, é que vai identificar se amamos ou não.
Parece meio complicado de entender, porém aquele algo inusitado, aquela pessoa, aquele objeto que faz com que nosso coração bata descompassadamente, que nosso corpo produza um calafrio, um suor mais intenso, pode significar que nossas emoções foram remexidas e o comando de nosso cérebro grava através de nossos olhos, uma foto que é revelada em nossa cabeça e pregada na coleção de imagens que guardamos em nosso painel de estimação. Sim. Vivemos colocando fotos novas em nosso painel e isso vai acontecer até o final de nossas vidas.
Você agora deve estar se perguntando: então o que é o amor? Amor é tudo isso. Amor é sentir a necessidade de doar-se, é sentir a necessidade de proteção, é sentir que existe alguém ou algo maior que nos acaricia em todos os momentos, sejam eles felizes, sejam eles menos felizes. Mas que obteremos respostas para nossos desejos mais íntimos em relação aos outros e a nós mesmos. Amar realmente é ser até um pouco egoísta porque doando amor, estaremos também recebendo amor e na verdade queremos e precisamos nos sentir amados.
Então vamos amar, amar tudo que nossos olhos podem enxergar de belo e se não for belo, tentaremos ao menos torna-lo algo belo através do olhar que lançarmos que com certeza será compreendido, correspondido e guardado no painel dos outros seres com quem compartilharmos nosso olhar de amor.



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intimidade...



Nada é tão belo e tão intimo
como o meu corpo a tremer nas tuas mãos
e nos teus olhos o silêncio do teu cio...

Nada é tão belo e tão intimo
comos os nossos dedos entrelaçados
presos para  a vida...

Nada é tão belo e tão intimo
como cada gesto com que descobriste o meu corpo...

Manuel Marques (Arroz)

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Em ti começa o mundo...

Ao recordar-me de ti
todo o universo se ilumina
a tua espera comove-me
reconstruo o teu corpo
porque em ti começa o mundo...


Manuel Marques (Arroz)

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Entre as minhas mãos terei as tuas...

No teu seio abraço a solidão
o meu cansaço
jamais deixarei morrer cá dentro o amor...

Porque me perco em todas as manhãs que te abraço
porque entre as minhas mãos terei as tuas
e ficarei com as minhas prenhas de ti...

Manuel Marques (Arroz)

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Sementes de amor...


A noite alonga-se
de palavras suspensas no teu ventre
arrancadas ao teu corpo
 à carne...

Viver e morrer
 no teu  corpo
é amar-te em cada Primavera
deitando as sementes do amor
 à terra...

Manuel Marques (Arroz)

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Escuta o silêncio que nos fala

Depois de tantas promessas basta-me o silêncio, a noite alonga-se na embriaguez dos nossos beijos. Jamais deixarei que morras dentro de mim e no percurso da tua pele descobrirei a maneira de te amar cada vez mais.

Manuel Marques (Arroz)

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Falsidade


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Os meus braços precisam dos teus...

Em silêncio contemplo o teu corpo belo
em silêncio te busco
em silêncio te amo loucamente...

Os meus braços precisam dos teus
porque nas trevas da noite
os nossos olhos não se encontram...

Manuel Marques (Arroz)

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Dou-te este poema no lugar de um beijo...


Ando por aqui como te procurasse
poderia seguir em frente ou ir por onde nunca fui
por ruas cheias de gente ou em todos os sentidos.

Caminho e os meus olhos perdem-se
falo de ti ao mundo
o silêncio da noite enlouquece-me


Chego sozinho a toda a parte
e se mais nada me restar
dou-te este poema no lugar de um beijo...

Manuel Marques (Arroz)

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